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Psicologia infantil em São Paulo

Psicologia Infantil: o que é e por que tão importante

A psicologia infantil é o ramo da psicologia que se dedica ao estudo do comportamento, emoções e desenvolvimento mental das crianças desde o moções e desenvolvimento mental das crianças desde o nascimento até a adolescência. Ela busca compreender como as crianças pensam, sentem, aprendem e interagem com o mundo ao seu redor.

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O que uma Psicologia Infantil faz?

A psicologia infantil trabalha com a psicoterapia. O objetivo é auxiliar na expressão das emoções de cada criança, pois através da brincadeira ela pode expandir seus sentimentos acumulados e ressignificar os eventos traumatizantes.

A Importância do Acompanhamento Psicológico na Infância

O acompanhamento psicológico na infância pode ser fundamental para identificar e tratar precocemente quaisquer dificuldades emocionais, comportamentais ou de aprendizagem que uma criança possa enfrentar. Profissionais qualificados podem oferecer suporte e orientação tanto para as crianças quanto para seus pais.

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Como Funciona o Acompanhamento Psicológico Infantil? 

O acompanhamento psicológico infantil envolve uma abordagem cuidadosa e sensível para entender as necessidades e preocupações específicas da criança. Os psicólogos infantis utilizam uma variedade de técnicas terapêuticas, como jogos, desenhos, conversas e atividades expressivas, para ajudar a criança a expressar seus pensamentos e sentimentos de maneira segura e saudável.

Importância do Brincar na Psicologia Infantil

O brincar é a linguagem natural das crianças e desempenha um papel fundamental no seu desenvolvimento. Através do brincar, as crianças exploram o mundo, desenvolvem habilidades sociais, emocionais e cognitivas, além de aprenderem a resolver conflitos e expressar suas emoções.

O que o psicólogo infantil faz na primeira consulta?

A primeira consulta com psicólogo infantil geralmente envolve primeiro uma conversa com os pais ou responsáveis, sem a criança, para entender o histórico familiar e a queixa, coletando informações sobre a dinâmica familiar e eventos importantes. Em seguida, na sessão com a criança, o foco é lúdico, usando jogos e brinquedos para criar vínculo, construir confiança e observar a interação, e não para uma avaliação formal ou cobrança de resultados imediatos. O psicólogo orienta os pais sobre como introduzir o processo para a criança, criando um ambiente seguro e de confiança, e muitas vezes mantém o atendimento inicial com a criança mais leve, usando a mãe presente para dar segurança.
O que acontece nas primeiras sessões:

  1. Sessão(ões) com os Pais/Responsáveis (Anamnese):

    • Foco: Entender a história da criança, a dinâmica familiar, os motivos da busca por terapia e o contexto social e emocional.

    • Objetivo: O psicólogo acolhe as preocupações dos pais, busca informações detalhadas e estabelece um contrato terapêutico, explicando como funcionará o processo.

    • Importância: É crucial que a criança não esteja presente para que os pais se sintam à vontade para falar abertamente, e para não prejudicar a criança com conversas sobre ela, mesmo que pareça não entender, explica.

  2. Primeira(s) Sessão(ões) com a Criança:

    • Foco: Construção de vínculo (rapport), segurança e observação.

    • Atividades: O psicólogo brinca com a criança, usa jogos, desenhos e atividades que a criança goste, observando seus interesses e como ela interage.

    • Ambiente: A sala é preparada com brinquedos e materiais lúdicos, e a presença de um dos pais (geralmente a mãe) pode ser solicitada para dar segurança à criança.

    • Objetivo: Não é uma sessão de "demanda" ou avaliação profunda, mas sim de fazer a criança se sentir à vontade para querer voltar, conforme detalhado por.

A terapia infantil usa técnicas lúdicas (brincadeiras, jogos, desenhos, argila) para ajudar a criança a se expressar, junto com estratégias como respiração, histórias terapêuticas, música (musicoterapia) e questionamentos guiados (TCC), sempre validando sentimentos e envolvendo pais, focando no desenvolvimento emocional, social e autoconfiança através do brincar e do reforço positivo para lidar com ansiedade, TDAH e outros desafios. 

Técnicas para terapia cognitiva comportamental infantil

A terapia cognitiva comportamental infantil vem ao encontro das intervenções adequadas para estimular e trabalhar determinados aspectos das crianças que convivem com algum tipo de transtorno. Geralmente, esses quadros envolvem distúrbios do neurodesenvolvimento que tem como consequência a alteração de humor e a oscilação no comportamento.

O que é a terapia cognitiva comportamental?

Podemos defini-la como uma junção da terapia cognitiva com a terapia comportamental. A terapia cognitiva comportamental (TCC) é, então, uma psicoterapia cuja atuação se dá sobre os pensamentos surgidos por uma dada situação estimulante. Isso tudo ocorre tendo em vista que tais concepções são responsáveis por gerar os comportamentos e os sentimentos que caracterizam a relação do sujeito com o espaço em que ele está inserido.
Em outras palavras, a terapia cognitiva comportamental tem o poder incrível de trabalhar a autorregulação por parte das crianças, assim como ensiná-las a obterem o autocontrole do que se sente e como se comportar. Vale lembrar que as técnicas procuram a intensidade e a gravidade de aspectos comportamentais inadequados, além de mudanças nas atitudes, nas emoções e na cognição do pequeno, induzindo a um comportamento desejado.

Quais são as técnicas de terapia cognitiva comportamental?

Escolhemos algumas técnicas para apresentarmos a vocês leitores, mas é sempre bom relembrar que o acompanhamento profissional é fundamental; e só o especialista é quem deve aplicar tais terapias para que o resultado seja eficaz e eficiente na vida da criança.

  • Treino de habilidades sociais (utilizado em casos de crianças que convivem com transtorno de comportamento disruptivo, ansiedade, transtornos invasivos de desenvolvimento, depressão, entre outros). Além disso, é importante salientar que essas crianças geralmente lidam com exclusão, isolamento e rejeição; e esse treino surge a partir da demanda apresentada pelos pequenos;

  • Relaxamento muscular progressivo;

  • Uso de determinados objetos para estimular a tranquilidade (para o autocontrole e a autorregulação);

  • Uso de cartões simbólicos (com figuras que estão ligadas ao cotidiano da criança) para promover o relaxamento dos pacientes;

  • Reversão do hábito: a aplicação de intervenções comportamentais surgem como uma forma efetiva de lidar com tiques, hábitos repetitivos e nervosos, gagueiras, etc. Esta técnica consiste em estimular o pequeno a praticar as ações “reversas” a sua rotina diária;

  • Habilidades comportamentais de tolerância à frustração: responsável por auxiliar as crianças a administrarem e a aceitarem situações que podem promover instabilidades emocionais (lembrando que a intolerância emocional provoca o caráter instável do comportamento, além da impulsividade, da vulnerabilidade e da autorregulação inconsistente;

  • Reforço positivo: uma excelente técnica, cujo objetivo envolve uma consequência positiva para comportamentos adequados. O terapeuta procura estimular uma frequência maior desse aspecto comportamental na vida da criança.

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